Eu gosto de assistir à filmografia completa dos atores de que mais gosto. Ainda não consegui terminar a do Takeshi Kaneshiro e tenho me empenhado para finalizar a longa lista de películas do Andy Lau. Estou nessa maratona há três anos. No começo, não me envolvi tanto com esse objetivo, mas nos anos seguintes me comprometi mais. Por dois anos (2024 e 2025), ele se tornou o ator mais assistido dos meus relatórios anuais disponibilizados pelo Letterboxd, a rede social cinematográfica onde você pode logar os filmes assistidos e atribuir uma nota para eles. No primeiro ano, eu resolvi conferir os filmes de forma aleatória, sem respeitar o ano. Funcionou, mas no segundo ano resolvi ser mais pragmática e organizei uma lista com todos os filmes, assistindo por décadas e, eventualmente, vi alguns longa-metragens de outros períodos. Fiz isso, pois nem sempre foi fácil obter os filmes do divo de Hong Kong ou o plot não me agradava tanto. O fato é que quase não consegui sair da década de 80, pois Andy é um dos atores mais prolíficos da Ásia. Para você ter uma ideia, somente entre 1988 e 1989, o artista lançou cerca de 24 longa-metragens. No momento, venci essa década, mas agora estou presa nos anos 90 e espero terminar isso em breve.
Para não fazer uma sinfonia de uma nota só, eu resolvi entrar em um novo desafio cinéfilo bem famoso, o 52 filmes dirigidos por mulheres. Como eu estou querendo ver mais filmes asiáticos, modifiquei um pouquinho o nome do projeto e virou o 52 Movies Directed by Asian Women. Criei a lista no Letterboxd, e por hora só vi um dos longa-metragens. A lista começa com The Spooky Bunch (1980), segundo filme de horror dirigido pela Ann Hui. A última película é Soft Leaves, longa japonês dirigido por Miwako Van Weyenberg. Como eu não estou produzindo muito conteúdo ultimamente, eu pretendo escrever aqui sobre os meus filmes favoritos dessa maratona, pois a lista engloba o trabalho de várias cineastas que eu acompanho bastante. Como disse antes, por hora, eu só assisti ao quarto filme da lista, July Rhapsody (2002), que é dirigido pela Ann Hui. Apesar de ainda não ter escrito sobre ele, creio que farei isso em breve.
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